quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Novidades dos últimos dias!

Voltando às postagens no meu querido blog, estou fazendo pequenas mudanças digamos... editorias rs. O blog agora será como um diário musical mesmo, com as últimas novidades do mundo da música e afins, claro, sob um foco mais opiniativo. Como os assuntos de cada dia serão tratados quase sempre em um único post, estou tentando organizar as infomações de forma a torná-las mais visíveis através de cores. Sim, assim como a Lady Gaga eu me "inspirei" no blog do Samir rs.

Bom, chega perto do final do ano e começam os vários lançamentos de novas músicas, anúncios de novos álbuns e novos artistas o tempo todo. E eu adoro essa época, porque estou sempre atrás de novidades.


A última desta semana é a nova música da Rihanna, "Only Girl (In The World)", que é ótima. Depois de uma fase bem sombria com o ótimo "Rated R", a morena voltou ao seu eixo e irá cantar bem "Loud" daqui pra frente. Sim, este é o nome do novo álbum, que será predominantemente dançante e cheio de energia. O novo single resume bem esta idéia. Rihanna grita um refrão grudento com uma batida davidguetiana ao fundo, numa música feita pras buatchi. Vai bombar, na certa.
Obs.: Esta música da Rihanna me lembra e muito "Commander",  da Kelly Rowland. A "estrutura" é praticamente a mesma. Nem sei por que a da Kelly não bombou, já que é tão boa quanto.



Falando em Rihanna, a sua versão em miniatura, Willow Smith, filha do ator Will Smith, já está dando o que falar no mundo da música. Tudo por causa de uma música dela que vazou na net esta semana, "Whip My Hair", que é incrível e tem tudo para concorrer de igual pra igual com artistas de peso no mercado americano. Não sei o que fizeram com a voz dela, mas não parece nem de longe que quem canta é uma menina de 9 anos! A mini-cantora inclusive já assinou contrato com a Roc Nation, a gravadora de ninguém menos que Jay-Z



E a loira que não tem medo do flop, Christina Aguilera, está realmente focada em seu primeiro filme, "Bursleque", e deixou o "Bionic" meio de lado. Rumores dizem que ela irá realmente aposentar o álbum e partir pra coisas novas. Enquanto isso, surgem notícias de um novo single (escolha péssima por sinal) "I Hate Boys". Agora é aguardar pra ver o que se confirma. Eu acho uma pena, pois se ela tivesse lançado "Glam" ou "Bionic" como primeiro single, o álbum estaria à mil neste momento, acredito. 


Isto aí em cima é a possível capa do novo single. Péssima né? Mas eu ainda gosto da Xtina.

Bom, por hoje é só. 

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

OPINIÃO: "Teenage Dream", da Katy Perry, é um álbum dos sonhos


Dona de uma voz única e beleza estonteante, Kate Perry lança seu segundo álbum de estúdio entitulado "Teenage Dream". Muitos duvidavam que seu sucesso continuaria após o fenômeno de "I Kissed a Girl", mas muita espectativa foi criada em torno do trabalho, devido ao enorme sucesso do primeiro single "California Gurls".
"Teenage Dream" é um típico disco pop comercial, recheado de hits em potencial. As faixas são altamente viciantes, com refrões que grudam na cabeça. É possível visualizar praticamente todas as faixas fazendo sucesso nas rádios.
O clima do álbum é predominantemente alegre. Os ritmos são variados, com músicas agitadas e baladas bem distribuídas para evitar queda de ritmo. A sonoridade por vezes traz um clime retrô, como a cantora já havia prometido, mas a produção refinada é bem atual, com efeitos, sintetizadores, tudo que um cantor do século XXI tem direito. Mesmo assim, a voz peculiar de Kate não fica ofuscada em nenhum momento.
A ótima faixa título, "Teenage dream", abre o álbum de forma interessante, pois começa discreta e vai crescendo em intensidade até o refrão explosivo. "Last Friday Night" tem clima meio funky, bem agradável.
A já conhecida "California Gurls" é um típico hit de verão e dispensa maiores apresentações. "Fireworks" é uma belíssima faixa dance/club. Um possível single, com uma letra cativante e refrão poderoso.
"Peacock" é uma animada e viciante faixa, com refrão de duplo sentido típico de Britney Spears. "I wanna see your Peacock-cock-cock-cock!" é o pervertido refrão.
O álbum mantém o padrão com boas faixas como "Circle The Drain" e a viciante "E.T.". E fechando com chave de ouro, a baladinha "Not Like The Movies", belíssima faixa que poderia ser o single "calmo" do trabalho.
Sinceramente, não consegui não gostar de nenhuma faixa. "Teenage Dream" é indiscutivelmente um ótimo trabalho, perfeito em sua função de confirmar o sucesso de Katy Perry e elevá-la ao posto de "mais uma diva pop". Com a divulgação correta e o já esperado sucesso nas rádios, com certeza será um dos grandes álbuns do ano.

OPINIÃO: "The Eletrick Hotel" da Lolene traz pop leve e divertido



Uma das apostas do ano para o verão americano, Lolene, que chegou timidamente ao mundo pop com o buzz single "Sexy People", lançou há algumas semanas seu primeiro single oficial "Rich (Fake It Till You Make It)". Apesar de já tocar nas rádios, ainda não é certeza de sucesso nos EUA, mas a música é ótima e só recebe elogios por onde toca. 
Com toda essa incerteza, o álbum de debut da cantora, "The Eletrick Hotel", já foi adiados várias vezes, mas finalmente vazou na web, estando disponível para apreciação de todos que curtem música pop descompromissada.
O álbum traz um pop leve e sem grandes pretensões e conceitos mirabolantes. Segundo a própria Lolene, o CD é como um hotel em que cada faixa é um quarto e traz uma faceta diferente dela. Mas o objetivo principal é a pura diversão. Se é isso que você procura, "The Eletrick Hotel" é um prato cheio!
A sonoridade do álbum não é inovadora, mas traz de forma bem resolvida o pop em seu estado mais puro. Batidas marcantes e autotune são constantes, mas a cantora já mostrou que consegue segurar bem a onda ao vivo. O mesmo pode se dizer das letras, que tratam de irrelevâncias em geral de forma divertida. 
O "hall de entrada" do hotel traz uma propositalmente brega introdução, que nos convida a aproveitar as atrações do mesmo. E a diversão segue com a empolgante "Sexy People" e o primeiro single "Rich (Fake It Till You Make It)", produzido pelos The messengers. É uma faixa definitivamente legal e está demorando a estrear no Billboard Hot 100, pois tem muito potencial.
"Lionheart", possível segundo single, é uma faixa também agitada, com refrão grudento e batidas bem... batidas. Mas é muito boa. 
O meio do álbum tem algumas baladas bem rasas e não muito interessantes. São até dispensáveis, na verdade. Os pontos altos do trabalho são as músicas de buatchi. Uma delas é a viciante "Radio", que lembra as antigas músicas dance que entupiam as rádios populares há um tempo atrás.  Destaque também para "Caroussel", "Bang Bang" e "Limousine" que mantém o clima divertido do álbum.
Se Lolene colar mesmo como nova diva pop não sabemos, mas seu primeiro trabalho é definitivamente divertido e válido, por trazer de volta aquele pop descompromissado que a gente ouve para se divertir sem pensar muito na vida. No cenário pop atual repleto de conceitos complexos, referências e bizarrices que aparentam ser mais do que são, o pop leve e divertido é um sopro de frescor.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

OPINIÃO: BoA quebra tudo em "Hurricane Venus"


A cantora coreana BoA resolveu voltar à sua terra natal e lançar um novo álbum por lá, depois de cinco longos anos mostrando seu talento por outras bandas, inclusive nos EUA, onde não obteve grande êxito, apesar das músicas e clipes incríveis.
Para criar um buzz em torno do trabalho, ela lançou o single promocional "GAME", uma música interessante, acompanhada de um clipe que, apesar de não muito dançante como de costume, trazia BoA com pose de diva, coisa não muito comum na carreira dela.



Pouco tempo depois ela lança single "Hurricane Venus", uma música explosiva produzida por Red One (sim, o da Lady Gaga) que causou alvoroço tamanha a qualidade. E para o single, a cantora lançou um vídeo também incrível, com direito a efeitos especiais de primeira e muita dança. Enfim, um vídeo totalmente BoA.



Enfim o álbum. Desde a primeira faixa é possível perceber a preocupação da cantora em voltar às origens, trazendo um pop dançante e com muita energia. Abrindo com a ótima "GAME" seguida por "Hurricane Venus", o álbum promete ser eletrizante. E cumpre. Os vocais tunados, as batidas marcantes e o refrão que gruda na cabeça, a faixa é uma das melhores do trabalho.
O som eletrônico continua dominando em "Dangerous", que mantém o ritmo até chegar 옆사람 (Person Next to You) acalmando tudo bruscamente. Das baladas, esta é a menos interessante. "M.E.P (My Eletronic Piano" é uma midtempo que agrada pelo ritmo e pelos e clima adolescente.
"Let Me" volta animando novamente a experiência musical, com um refrão onomatopéico que ecoa em sua mente por horas. "Implode" é uma belíssima balada acústica, com vocal bem natural. Ela começa calma e vai crescendo em intensidade ao longo do tempo, acrescentando bem-vindos vocais masculinos em seu clímax. Os mais de cinco minutos de duração são pouco. Repeat nela!
A insistente "Adrenaline" chega quebrando tudo. Com refrão repetitivo a lá Britney's "Womanizer" e energia de sobra, é mais uma que irá tocar insistentemente em sua playlist. "Ordinary Day" é outra midtempo pouco interessante, com batidas que remetem ao RnB. "Don't Know What To Say" é uma balada cativante à primeira vista. O álbum fecha com "Romace", que traz um clima retrô pouco empolgante.
"Hurricane Venus" marca em grande estilo o retorno de BoA à Coréia, sendo mais enérgico e empolgante do que o autoral "Identity", lançado há pouco no Japão. Mais focado no dance pop que sempre fez por lá, o álbum promete fazer muito sucesso não só em terras coreanas, basta ver o entusiasmo com que os ocidentais agora recebem seu trabalho, especialmente depois de sua passagem pela américa, que a tornou mais conhecida por aqui.
O ponto fraco do álbum fica mesmo por conta da capa estilo Carmem Miranda floral.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

M.I.A faz barulho com /\/\ /\ Y /\ / Maya



A cantora M.I.A, conhecida por seu estilo musical peculiar, acaba de lançar seu novo álbum /\/\ /\ Y /\. O nome é estranho, a capa é estranha e as músicas idem. Mas isso é para quem não conhece a M.I.A.

Após o lançamento de Arular, seu primeiro álbum, ela se tornou conhecida por fazer uma inventiva mistura de ritmos, entre eles o funk carioca, promovendo uma sonoridade surpreendente e fresca, ao mesmo tempo em que fazia críticas sociais e políticas.

O segundo álbum "Kala" foi a consagração. Ela melhorou seu som em todos os aspectos, trazendo uma variedade ainda maior de ritmos e músicas viciantes. "Paper Planes" foi um grande sucesso mundial, reafirmando seu sucesso e mostrando que veio para ficar.

É interessante notar que o som de M.I.A é sempre provocante, poluido, às vezes até confuso, mas cada música é interessante à sua forma, fazendo pensar não apenas na letra, mas também no sentido de tantos sons e batidas estranhas contidas nelas. 

Em "/\/\ /\ Y /\" não poderia ser diferente. Tendo como tema a internet, a cantora volta a explorar diferentes sonoridades, exagerando propositalmente na dose e criando um som agressivo e inovador. Apesar de ser bem diferente e futurista, cheio de samples  e barulhos que podem parecer uma poluição sonora, o álbum é um pouco mais acessível que os anteriores, trazendo inclusive faixas mais clean e até mesmo a popzinha "XXXO", viciante ao extremo.

"Steppin Up" é uma verdadeira agressão sonora. Com sons industriais marcantes, traz uma batida inconstante e vocais modulados, resultando em uma faixa interessantíssima. "XXXO" é a mais pop de todas e que já toca nas rádios americanas. É bem clean e tem um refrão viciante. O batidão pesado volta em "Teqkilla", que é hipnotizante, mas desnecessariamente longa.

Outros destaques são "It Takes a Muscle", com um ritmo muito agradável que lembra o reggae, e com vocais  falados, e "Tell Me Why", que lembra o sucesso "Paper Planes" pelo ritmo parecido. As nervosas "Born Free" e "Meds and Feds", trazem um som meio rock, bem intenso.

Surpreendendo como sempre, M.I.A traz novamente um trabalho inovador e interessante, fazendo ainda críticas ao mundo virtual como um todo. Apesar de soar mais mainstream, o conceito musical da cantora continua o mesmo, fazendo música que incomode e divida opiniões. Indo no caminho oposto do pop atual, feito para brilhar nas paradas, o som de M.I.A é ousado e diversificado, feito para causar impressões, expressar e incomodar. Mesmo com toda a estranheza inicial, o som, bem experimental, acaba seduzindo exatamente por sua peculiaridade, se mostrando em sopro de novidade num cenário musical tão saturado de produções rasas e monótonas, que prima pela reciclagem.






    

domingo, 4 de julho de 2010

Será LOLene a nova sensação do pop?


O verão americano é uma época em que são lançados novos singles, novos álbuns e, claro, novos artistas. Katy Perry, Lady  Gaga, Ke$ha, todas se "lançaram" oficialmente nesta época e hoje são grandes nomes da música pop.  A aposta do momento é Lolene. Compositora, já escreveu músicas para ninguém menos que Britney Spears, Pink, Nelly Furtado. Agora, assim como Ke$ha, irá se lançar como cantora, se arriscando em um terreno dominado pelas grandes artistas com que já trabalhou. Será que ela vai colar?

Se depender de seu carisma e talento sim, pois a cantora, que acaba de lançar seu 1º single oficial "Rich (Fake It Till You Make It), é sexy, tem atitude e possui músicas viciantes. Ainda não consegui definir um diferencial nela, mas ela é divertida e tem tudo para dar certo.

Confira o clipe de "Rich", o single oficial:




E, para completar, o vídeo-prévia de seu álbum de estréia, "The Eletrik Hotel" você confere clicando aqui.

Vai nessa LOLene! Estamos torcendo!

"Bionic" de Christina Aguilera é o melhor álbum do ano segundo a Billboard



"Bionic" foi considerado o melhor álbum pop do ano até o momento, segundo a Billboard americana. Depois de tantas comparações com Lady Gaga, feitas por quem parece não entender tanto de música a ponto de considerar Christina, com 10 anos de carreira, uma cópia da mesma, o álbum finalmente é reconhecido por quem domina o assunto. Confira na íntegra:

(Nova York) - Nós podemos ter muita paixão por muitas divas, mas é preciso Christina Aguilera para nos lembrar que cantar é o que importa. Isso não é dizer que seu último álbum "Bionic" é sobre toda a sua voz, uma acrobata muscular que ficou mais elegante com a idade. Combine isso com a intenção de trabalhar com um número diverso de produtores e você tem o melhor álbum pop do ano até agora. Claro, "Bionic" foi feito para um mundo pós-Gaga, onde as comparações são inevitáveis e as apostas de vendas, altas. Porém, da inquieta introdução da faixa título (produzida por Santigold, John Hill & Switch) para a punky "My Girls" (produzida por Le Tigre e com rap de Peaches) para o glorioso arraso em "All I Need" (Sia Furler co-produziu os vocais), o cd de 18 faixas mostra uma artista confiante o suficiente para tomar direção da sua carreira com uma equipe criativa. Por ela ser ousada o suficiente para fazer de sua maneira, Aguilera mantém seu reinado."

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