segunda-feira, 26 de abril de 2010
Ke$ha lança oficialmente "Your Love Is My Drug"
Mesmo não sendo uma "Tik Tok", a faixa é grudenta e pop ao extremo, podendo até mesmo chegar ao topo com a devida divulgação.
Confira a louca performance da faixa no Saturday Night Live aqui.
Há quem diga que é muito Lady Gaga. Sim, é tão extravagante quanto, mas não chega a ser uma imitação.
Ciara volta às origens com "Ride"
O vídeo, que acaba de ser lançado, segue a tendência. Talvez devido às reclamações de que Cici estava dançando pouco na era "Fantasy Ride", no clipe de "Ride" ela só dança. E muito bem, como sempre. Sensualizando e requebrando como só ela sabe fazer. É de encher os olhos!
Confira o clipe em ótima qualidade aqui.
Clipe de "Not Myself Tonight" estréia sexta, 30/04
Para fazer um buzz em cima da estréia, será divulgada, a cada dia, uma foto diferente de partes do próprio videoclipe.
Bi-ON-IC será lançado oficialmente dia 8 de Junho.
Mais aqui.
A Turma do Didi: uma afronta ao humor

Alguém aí consegue dar uma risada ao assistir à “Turma do Didi”? Eu não consigo. E acho que o problema não sou eu, porque assisto repetidamente Chaves e morro de rir todas as vezes.
Bom, vamos aos fatos. Desde quando alguém dizendo “cuidado que lá vem chuva!” e então vem um outro e joga um balde de água na cabeça é engraçado? O que são aqueles efeitos especiais piores que os de Chapolin Colorado? E as risadas forçadas dos coitados dos convidados famosos? E a piada do extintor repetida incansavelmente? E os anões de pessoas ajoelhadas?
Nada contra o Didi. Ele, na época dos Trapalhões era até um pouco engraçado, apesar de eu preferir O Mussum e o Zacarias. Mas agora não há nenhum resquício de graça em toda a duração do programa.
Muitos vão dizer: “Se não gosta é só não assistir!” Mas a questão não é essa. Eu realmente não faço questão de assistir e perder o meu tempo. Eu só acho que há muitos comediantes engraçados, talentosos e em plena forma, que poderiam ter um espaço ali. Seria um UP na programação.
A volta da TV Xuxa-aaah

Sim. A loira mais famosa do Brasil voltou à programação global. O programa mais familiar da Xuxa passou por uma reformulação e voltou com novos quadros, mais interessantes, e uma constelação de participações especiais, claro.
A Xuxa continua um poço de simpatia. Até na hora de dar uma patada num convidado (como em Paulinho Vilhena, por exemplo) ela consegue ser fofa. Não sou fã dela nem nada. São só constatações de uma pessoa que esperava o pior de um programa flopado que retornou, mesmo a rainha dos baixinhos como apresentadora.
Os novos quadros , com alguma exceção, são até divertidos e o “Papo X” ainda traz a Xuxa bancando a Marília Gabriela numa entrevista até bem conduzida e sempre com alguma surpresinha para o convidado.
Muito bem Xuxa, tá indo no caminho certo. Concentre-se em seu “novo” programa e deixe o seu lado atriz de cinema guardado na geladeira. Porque ninguém merece ver filmes como “O fantástico Mistério de Feiurinha” só porque o filho é seu fã! E muito menos ter que ver a assustadoramente inexpressiva Sasha em Senas com cobras e etc (tá bom, essa já ta velha) na tela grande.
Não me leve a mal Wanessa (sem) Camargo

Wanessa Camargo voltou com tudo em 2009 “amadurecida”, “crescida”, “evoluída” musicalmente em “Meu Momento”, seu álbum pseudo-eletro-pop. Com direito a batidas diferenciadas e até sintetizadores da voz, o álbum, produzido pelo Timbaland brasileiro Deeplick, não deixa de ser um sopro de inovação no mercado BRASILEIRO. Sim, em caixa alta pra destacar que esses mesmos ritmos eram famosos nos EUA entre 2003 e 2006. Merece destaque também o novo visual adotado pela cantora, pensado sob medida para se parecer com as popstars norte-americanas.
O primeiro single (agora podemos chamar assim) “Fly”, com featuring do rapper Ja Rule fez bastante sucesso. Até a Madonna disse pessoalmente à cantora brasileira que já havia visto o clipe e elogiou sua voz (uhú! Ponto pra Wanessa!)
Chegamos ao segundo single. Metade em português, metade em inglês, a música fala de... Tá, não dá pra entender muito bem. O fato é que as frases soltas a torto e à direita são de doer! “Minha cabeça não é degrau”, “Te dei a mão, te chamei de irmão, te pus na minha casa e dividi meu pão”, “Live and let me live”, entre outras pérolas.
Peraê Wanessa! Senta aí e vamos escolher melhor essas composições neh! Afinal amadurecer musicalmente não é isso não. Como diria o sábio Clodovil: “Não é efeito na voz e batidas pseudo-inovadoras que contam, é oooutra coisa...”
Enfim, para o próximo single, se houver, não me venha com “O que vem do reggae é bom” ou “Máquina Digital” não, que só os nomes das faixas são de matar. Quem sabe “Gosto tanto” que é legalzinha?
PS.: Não odeio a Wanessa.
PS2.: Já tenho e enjoei
PS3.: Eu quero um!
Na TV brasileira NADA se cria TUDO se copia
Alguém aí já reparou na enorme semelhança entre o quadro “David Brasil e Maíra” e o Meda do Pânico? Eis que em certo domingo sem nada melhor pra fazer estava assistindo, com certa vergonha alheia, à dupla acima citada no programa Domingo Legal. David Brasil bancando o Christian Pior com ataques ocasionais de gagueira e a inexpressiva ex-BBB Maíra, sendo algo como Sabrina Sato, mas que não consegue alcançar 1% do carisma e magnetismo da japonesa. Para se ter uma idéia do nível de descaramento, até a edição rápida e eficiete do Pânico na TV tentaram, sem sucesso, imitar, mas acabaram por obter um resultado cansativo e difícil de digerir. O humor é quase inexistente. Até mesmo os famosos bordões inseridos entre as reportagens como o “Nooosssaaaa!” foram porcamente incluíram no pacote. Enfim, é um plágio infame e mal realizado.
Há outros exemplos de cópias Xerox de programas na TV brasileira, como o “Construindo um sonho”, também do Domingo Legal (ou ilegal), que é fortemente inspirado no “Lar doce lar” do caldeirão do Huck, que por sua vez é inspirado num programa do canal a cabo People and Arts chamado Extreme Makeover. Falando em Caldeirão do Huck, o programa é mesmo um caldeirão de quadros “inspirados” em programas da made in USA como o “Lata Velha”, irmão pobre do sucesso “Pimp My Ride”, entre outros.
Isso tudo sem contar as apropriações lícitas de idéias americanas como o Big Brother Brasil, que a Globo consegue realizar com muita competência e (pasmem) até melhor que as versões dos outros países, inclusive o de origem. O programa Ídolos, versão tupiniquim do American Idol que, no SBT ou não Record, não consegue emplacar a carreira de nenhum vencedor, ao contrário do original que revela grandes e internacionalmente conhecidos cantores. Tem também a versão BR de “What’s Your Talent”, o “Qual é o seu talento?”, cuja maior (?) revelação foi a mini-Lady Gaga.
Bom, eu poderia ficar horas aqui citando exemplos, mas acho que já deu para entender um pouco do drama...


